terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Convite para as Missas de Quarta-feira de Cinzas



Dia: 01 de Março de 2017

Local: Paróquia São Francisco de Assis, Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino Matarazzo, São Paulo-SP.

As Missas de Cinzas serão às 7h30, 17 e 19 horas. A Via Sacra será rezada em nossa comunidade às 6:30 e às 16 hs, antes das missas.

LEITURAS: Joel 2, 12-18; Salmo 51, 3-11(R: 3); 2°Coríntios 5, 20-6,2; Mateus 6, 1-18.

* Com a QUARESMA, os Grupos de Rua iniciam as celebrações da Via-Sacra, e desde já podem retirar os livrinhos na secretaria.

"Com Esperança e Alegria, Caminhamos nas Estradas de Jesus".

Por que rezar a Via-Sacra? O Papa Francisco dá 8 motivos http://pt.aleteia.org/2015/03/06/por-que-rezar-a-via-sacra-o-papa-francisco-da-8-motivos/

Vai um convite:



Bom dia car@s amig@s!


Dia 10 de março, às 10:30 horas.

Vamos ter uma reunião para organizar um CURSO DE PORTUGUÊS aqui em
Ermelino Matarazzo para Migrantes Latino-americanos.

A reunião será na igreja São Francisco. Rua Miguel Rachid. 997. Ermelino
Matarazzo.

Estará presente a equipe da Igreja da Paz que vai fornecer todo material
do curso.

Mais informações com o Diácono Maurinho: 2546.4254.

Vamos convidar o padre Frizo, de Guarulhos, para ver as possibilidades
de ter lá também o CURSO DE PORTUGUÊS para Latino-americanos.

Vamos convidar outras Paróquias e Entidades da Zona Leste e Alto Tiete
que trabalham com Latino-americanos e queiram fazer na sua comunidade o
CURSO DE PORTUGUÊS.

Convidamos pessoas que queiram ser voluntários e voluntarias no Curso de
Português para Latino-americanos.

Repasse o convite para todos e todas.

Abraço
Pe. Ticão.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Corujão enxuga fila de exames, mas paciente esbarra em outros entraves





Após pouco mais de um mês em operação, o Corujão da Saúde, principal vitrine do prefeito João Doria (PSDB) para a área, cumpriu a missão de enxugar a fila de exames médicos em São Paulo.

Os pacientes, no entanto, continuam a esbarrar em antigos entraves da rede municipal, que não receberam a mesma atenção da gestão.

Em um mês de programa, foram realizados 141,3 mil exames, e outros 270 mil foram agendados para, no máximo, abril. Os procedimentos atenderão 485 mil pessoas que estavam na fila até dezembro do ano passado.

No entanto, após obter acesso ao diagnóstico pelo Corujão, parte dos pacientes continua sem atendimento: ou entrou em outra fila –a de consultas e cirurgias– ou não consegue encontrar os medicamentos de que precisa.

A dona de casa Cícera Maria da Silva Rocha, 65, fez uma tomografia de tórax nas primeiras horas do Corujão. Moradora do Jardim Porteira Grande, na zona leste paulistana, foi atendida por volta da 1h no hospital Oswaldo Cruz, na região central da cidade.

Ela esperava o exame desde julho do ano passado, quando, após uma gripe forte, fez um raio-x e descobriu uma mancha no pulmão. O horário incômodo não foi nada perto do alívio de sair da fila. "Fui muito bem atendida."

Sua busca para descobrir o que é a nódoa no pulmão, porém, continua. A consulta com o clínico geral que vai olhar o exame ficou só para o dia 9 de maio, quase quatro meses após a tomografia. "Mas está bom, pelo menos consegui marcar", diz, resignada.

Examinada no mesmo hospital que Cícera, apenas algumas horas antes, a aposentada Joana Rocha Felipe, 64, deu mais sorte que ela para descobrir o significado do seu diagnóstico.

Conseguiu mostrar o resultado a um médico do posto perto da sua casa, no Jardim Independência, na zona leste da cidade, e já sabe que não tem tumor no pulmão. A bronquite crônica e a depressão, porém, permanecem, e há um mês ela não encontra mais os medicamentos nas unidades.

"Estou morrendo de medo de ter alguma coisa na rua", diz. "Não tem nem dipirona no posto." O remédio broncodilatador ela conseguiu numa drogaria particular, mas só porque a gerente ficou com pena e comprou para ela do próprio bolso. "Assim que eu receber o dinheiro da aposentadoria vou lá pagar", diz.

Neste mês, o prefeito anunciou o programa Remédio Rápido para, segundo ele, facilitar o acesso a medicamentos. Trata-se de fechar as farmácias das unidades básicas de saúde e distribuir os medicamentos em estabelecimentos particulares conveniados.

Enquanto isso não acontece, porém, diversos pacientes relatam falta de medicamentos, inclusive os beneficiados pelo Corujão. "Em cinco dias saiu o resultado do meu exame, foi ótimo", diz a assistente de gestão Daiane Costa, 42. O antidepressivo setralina, porém, ela não consegue mais encontrar no posto. Sua tia também está sem os remédios para pressão e aspirina.

O segurança Adeildo Gomes dos Santos, 50, que dividiu com Doria os holofotes na inauguração do Corujão, também enfrenta o problema em casa. Os medicamentos para seu filho, que tem problemas neurológicos, estão em falta desde o início do ano.

No caso dele próprio, a tomografia, feita no HCor, revelou a necessidade de uma cirurgia para que ele recupere o olfato. "Passei na médica e ficaram de ligar até em 60 dias para marcar", diz. "Agora é torcer para eles terem boa vontade, porque, quando indicaram o exame, também falaram que ia levar 60 dias". Levou cinco meses.

'Paliativo'

Para Mário Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP, tanto os resultados positivos –o atendimento a quem estava na fila– como as dificuldades posteriores são decorrência do caráter paliativo do Corujão.

"Fica muito claro que é um programa de emergência para exames de radiologia, não mais que isso", diz. "A continuidade do tratamento precisa ser garantida."

Para ele, é preciso elevar a capacidade de resolução do atendimento primário e melhorar a atenção por especialistas. "Sem uma melhor gestão, a fila vai voltar", diz.

Todos atendidos

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde disse que os pacientes estão sendo atendidos, e a distribuição de medicamentos seguem em processo de regularização.

Sobre o caso da dona de casa Cicera Maria da Silva Rocha, a pasta reconheceu que a consulta foi marcada para 9 de maio, quatro meses após o exame, mas disse que ela foi orientada a retornar à UBS Jardim Grimaldi para verificar a possibilidade de antecipar a consulta.

Segundo a nota, a paciente afirmou que, por questões pessoais, não terá como comparecer em março.

Em relação ao caso da aposentada Joana Rocha Felipe, a secretaria disse que a Coordenadoria Regional de Saúde Sudeste entrou em contato com ela nesta quinta-feira (16) "para esclarecer que o abastecimento de medicamentos está em processo de regularização".

Sobre o caso do segurança Adeildo Gomes dos Santos, afirma que ele recebeu do médico indicação de cirurgia de carne esponjosa nasal e que tem consulta pré-cirurgica marcada para a próxima quinta-feira (23).

A pasta disse que, dos dois remédios que o filho dele toma, um está disponível e o outro estará a partir da próxima segunda-feira, pois também está "em processo de regularização".

"Lembrando que em 8 de fevereiro, a prefeitura firmou parceria com laboratórios a fim de equacionar o desabastecimento de medicamentos nas farmácias", diz a nota da prefeitura da cidade.

Os gargalos no atendimento pós-Corujão também já estavam previstos pela prefeitura, que já desenhou etapas posteriores do programa, para consultas com especialistas e cirurgias.


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Matéria originalmente publicada no jornal Folha de S. Paulo



  Postado por NossaSP
 
Por Angela Pinho

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

8º Fórum Mundial da Água - Pessoas do mundo todo podem ajudar a definir os debates



 

Pessoas do mundo todo podem ajudar a definir os debates do 8º Fórum Mundial da Água

 

Pela primeira vez, o maior evento mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul. O 8º Fórum Mundial da Água será em Brasília, em março de 2018, mas pessoas do mundo todo já podem sugerir temas de discussão, trocar ideias e experiências em uma plataforma online desenvolvida para ampliar o acesso ao Fórum, em uma iniciativa inédita

 

A partir do dia 13 fevereiro, pessoas do mundo todo já podem começar a participar do 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será Compartilhando Água, e contribuir para preparar o evento, que acontece de 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do Fórum, a plataforma Sua Voz foi criada para favorecer o amplo debate sobre os temas centrais do evento e está disponível no site do 8º Fórum Mundial da Água.

 

A ferramenta permite que cidadãos de qualquer lugar do planeta com acesso à internet compartilhem ideias, experiências e soluções e façam sugestões que poderão ser incluídas no encontro mundial. Os diálogos vão acontecer em salas de discussões com seis diferentes temas: clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano.

 

Os participantes têm a oportunidade de expressar suas opiniões e contribuições para enriquecer os debates sobre os rumos da gestão da água no mundo em três rodadas de discussões, que vão durar oito semanas cada. A primeira etapa da consulta pública começa dia 13 de fevereiro e será encerrada em abril. Em seguida, haverá uma votação mundial para identificar as questões mais relevantes a respeito da água. As discussões online são coordenadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) em articulação com o Secretariado e demais instâncias de organização do Fórum.  

 

Cada sala temática vai contar com três ou quatro moderadores, sendo ao menos um brasileiro. Na temática do clima serão abordadas segurança hídrica e mudanças climáticas. Quando o tema for pessoas, as discussões serão em torno de saneamento e saúde. A água no contexto do desenvolvimento sustentável estará em pauta na sala sobre desenvolvimento. No tema urbano, a gestão integrada da água e dos resíduos urbanos conduzirá os debates. Na sala sobre ecossistemas, os fios condutores serão a qualidade da água e a subsistência e biodiversidade dos ecossistemas. Também haverá uma sala dedicada a discutir mecanismos de financiamento para o setor.

 

A plataforma Sua Voz estará disponível em português e inglês no site http://www.worldwaterforum8.org/ e contará também com tradução para mais 90 idiomas de modo a facilitar a participação de pessoas da maioria dos países do mundo. O objetivo é fazer do 8º Fórum Mundial da Água um evento plural e democrático, em alinhamento com o tema da próxima edição: "Compartilhando Água".

 

Tradicionalmente o Fórum conta com a participação dos principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no planeta. Com a plataforma Sua Voz, o Comitê Diretivo Internacional do Fórum pretende trazer para o evento as contribuições de toda a sociedade, inclusive das vozes não ouvidas usualmente, já que a água está presente na vida de todos.

 

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos com os objetivos de aumentar a importância da água na agenda política dos governos e promover o aprofundamento das discussões, troca de experiências e formulação de propostas concretas para os desafios relacionados aos recursos hídricos. Será a primeira vez que o maior encontro mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul.  

 

O 8° Fórum é realizado e organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal e Conselho Mundial da Água, com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). As edições anteriores do Fórum Mundial da Água aconteceram em Marraquexe, Marrocos (1997); Haia, Holanda (2000); Quioto, Shiga e Osaka, Japão (2003); Cidade do México, México (2006); Istambul, Turquia (2009); Marselha, França (2012); e Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul (2015).

 

Siga o Fórum nas redes sociais:

 

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• Twitter: https://twitter.com/WaterForum8

 

 

 

Mais Informações

Secretaria do 8º Fórum Mundial da Água

Fones: (61) 2109-5640

E-mail: contact@worldwaterforum8.org

 

 

 


*Veja FAQ em anexo!

Perguntas e Respostas sobre a plataforma SuaVoz - consultas on-line do Processo Preparatório do 8º Fórum Mundial da Água
1. O que é a consulta on-line SuaVoz? E qual o objetivo?

É uma consulta on-line do processo preparatório do 8º Fórum Mundial da Água que vai acontecer em Brasília de 18 a 23 de março de 2018. O uso dessa ferramenta é uma inovação com relação às edições anteriores, pois amplia e facilita o acesso das pessoas a discussões referentes à grade de temas do evento. Essa consulta é necessária e torna o encontro mais democrático, pois se trata do maior evento mundial de discussões sobre os desafios e oportunidades relacionados à gestão da água no mundo. Durante o evento chegam a ocorrer mais de 200 debates e palestras. Portanto, o objetivo é dar voz a todos os segmentos da população, em especial áqueles que, em geral, não contam com os meios e contatos adequados para serem ouvidos. É importante ressaltar que a consulta on-line não elimina a necessidade de reuniões presenciais, mas oferece a possibilidade de que essas reuniões contem com contribuições de um público diverso.

2. Quem pode participar das consultas? E como?

Qualquer pessoa com acesso à internet, em qualquer parte do mundo, pode participar da consulta on-line. Basta que acesse o site do 8º Fórum e faça o credenciamento. A partir desse credenciamento, a pessoa escolhe em quais entre as seis salas de discussão gostaria de participar dos debates e passa a interagir com os demais interessados, com o apoio de moderadores treinados. A ferramenta de suporte à consulta on-line está preparada para receber contribuições em até 90 idiomas dentre aqueles mais falados no mundo.


3. Pessoas sem conhecimento técnico podem participar? Como elas podem contribuir?
Não há necessidade de nenhum tipo de formação ou de especialização para participar da consulta. As pessoas podem contribuir com suas visões ou experiências pessoais sobre os temas tratados, respondendo às perguntas previamente estabelecidas e oferecendo suas opiniões, depoimentos, sugestões e exemplos.

4. Por que foram selecionados esses seis temas:clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano?Qual foi o critério?

Eles correspondem aos seis temas centrais da grade temática do 8º Fórum, definida pelas instâncias decisórias após consultas feitas à comunidade internacional de recursos hídricos. O Fórum Mundial da Água tem uma preocupação bastante abrangente sobre as questões relacionadas à água. Além disso, procura alinhar as discussões com os debates travados em
edições passadas, de forma a atualizar os debates. Esses seis temas são subdivididos em vários subtemas, como forma de abranger o maior número possível de assuntos relativos a água. Além disso, a organização do evento definiu três tópicos transversais, ou seja, que permeiam todos os temas: governança, compartilhamento e capacitação.

5. Que tipo de contribuições são esperadas? Exemplos?

Foram formuladas perguntas-chaves para os temas e subtemas. As respostas e seus argumentos certamente suscitarão discussões e trocas de informações e opiniões entre os participantes, num processo aberto e participativo mediado pelos especialistas que serão os moderadores em cada sala temática. Poderão, ainda, a critério desses moderadores, serem oferecidos exemplos exitosos em cada tema tratado, ou propostas de abordagens desses temas na grade temática do 8º Fórum Mundial da Água.

6. Que tipo de interação a plataforma permite? Os eventos terão hora marcada ou basta registar sua participação?

Serão aproveitadas as participações online, que poderão se referir às perguntas formuladas em cada discussão, ou às respostas e contribuições oferecidas em comentários entre os participantes. Recomenda-se que seja utilizada linguagem simples e direta, já que serão utilizados aplicativos de tradução automática. A plataforma permite a troca de arquivos magnéticos de textos e/ou imagens, cujo envio e distribuição deverá ser orientado pelos moderadores. Os comentários podem ser postados a qualquer hora e serão respondidos periodicamente pelos moderadores.

7. Todos os participantes vão receber retornos sobre suas sugestões?

É de se esperar que um processo de consulta online aberto a todos os interessados venha suscitar um número muito expressivo de participantes, podendo chegar a milhares de opiniões/contribuições em um curto intervalo de tempo. Nesse cenário, não é razoável imaginar que as colocações serão respondidas individualmente pelos moderadores das salas de discussão. A esses caberá organizar as manifestações segundo a pertinência frente à temática em discussão e às diferentes visões apresentadas e dar retorno nesse contexto, construindo assim os próximos passos da discussão. Ao final da consulta os moderadores de cada sala de discussão apresentarão um resumo das sugestões recebidas, além de um rol de questões selecionadas para serem encaminhadas aos responsáveis pelo processo de organização do Fórum.

8. Como será feita a seleção das questões que farão parte as discussões do Fórum?

Os moderadores das salas de discussão farão a seleção das questões mais relevantes e recorrentes em cada uma das salas temáticas. Caso o número de questões selecionadas seja muito grande, fica facultada a possibilidade de votação para a escolha dos mais relevantes para a população.

9. Como as pessoas que vão participar da consulta pública poderão acompanhar o Fórum Mundial da Água, caso não possam estar em Brasília em março de 2018? Haverá transmissão do Fórum via internet?

A organização do 8º Fórum Mundial da Água está estudando a possibilidade de transmissão de algumas sessões do Fórum via Internet (streaming). Além disso, espera-se poder oferecer aos interessados um resumo das principais sessões, que estará a cargo dos relatores dessas sessões.

10. Esse tipo de ferramenta já foi utilizado em outros eventos? Qual foi o resultado?

Esta ferramenta foi utilizada com êxito, entre outras, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, realizada no Rio de Janeiro em 2012 e conhecida como Rio+20. A consulta contou com a participação de milhares de pessoas que contribuíram sobre dez temas específicos, inclusive o tema "Água". A partir de seus resultados, foi possível a organização de sessões presenciais, para cada tema, para a definição de questões que foram posteriormente encaminhados à consideração da Assembleia Geral da ONU. Desde então, essa plataforma de discussões online vem sendo empregada na preparação para diversos eventos, como o UN Habitat III. A ferramenta foi também instrumento fundamental para a realização da III Conferência Mundial de Trabalho Infantil, realizada em Brasília, em 2013.

11. Os participantes da consulta on-line estão contribuindo para que haja que tipo de encaminhamento com relação à água ao final do 8º Fórum Mundial da Água?

O Fórum busca promover a conscientização sobre as diversas dimensões da água em todo o mundo. Busca, ainda, construir compromissos políticos e induzir ações em temas críticos relacionados à água para facilitar a sua conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente, com base na sustentabilidade ambiental. Neste sentido, a participação da consulta contribuirá para a seleção de temas e questões mais relevantes para enriquecer o processo.



@digitalradiotv

INSCRIÇÕES ABERTAS até 03 de Março. Início do curso em 13 de Março!!

 



  Um ótimo curso !   Vale a pena !


A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), abriu inscrições para 25 mil vagas da 11ª/12ª edição do Curso SUPERA - "Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas:  Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento".

O curso SUPERA, totalmente gratuito, visa capacitar profissionais das Áreas da Saúde e Assistência Social discutindo diferentes modelos para a prevenção, intervenção e encaminhamento daqueles que apresentam problemas relacionados ao uso de álcool, crack e outras drogas.

A capacitação é desenvolvida na modalidade de Educação a Distância (EaD), com carga horária de 150 horas e tem duração de quatro meses com término previsto para 10 de Julho de 2017. Os alunos que concluírem o curso receberão um certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Para se inscrever e acompanhar o curso é necessário possuir acesso à Internet e comprometer-se a participar do curso até sua conclusão, caso seja selecionado.

Inscrições gratuitas: http://www.supera.senad.gov.br/@/inscricao/sup11-12

Para mais informações ou em caso de dúvidas acesse: http://www.supera.senad.gov.br

Equipe SUPERA



Tomas Vargas

@digitalradiotv

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Inscrições abertas para o curso de eletricista residencial



Estão abertas as inscrições para o curso de eletricista residencial.

O curso terá a duração de trinta (30) dias.

Será fornecido o certificado de conclusão a todos que terminarem o curso com condições de exercer  profissão.

O horário desta capacitação será de acordo com a possibilidade de frequência dos inscritos .


Inscrições
Segundas  e quintas feiras das 11:30hs até as 11:50hs. e das 13:00hs até as 13:20hs.


Outras informações podem ser adquiridas por whats app, somente mensagens de texto, através do seguinte número 9 7291-4436.

 Associação Beneficente aos Carentes Criativa de São Miguel Paulista e Adjacências.

CNPJ 14455660/0001-71.



www.ongcriativa.org


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Palestra sobre captação de recursos.

Foto - Grupo de participantes do encontro em 16-02-2017 - Salão São Francisco _ Portal São Francisco


Palestra sobre captação de recursos, ministrada pela Convidada Cristiane, da plataforma Engaja Brasil, orientando e esclarecendo dúvidas de  membros de OSCs do Terceiro Setor.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

‘Trabalhando a qualquer hora, em qualquer lugar’: novo relatório destaca oportunidades e desafios na expansão do trabalho a distância

Foto: unsplash.com


Novo relatório da OIT e do Eurofund mostra que o uso das novas tecnologias de comunicação abre caminho para um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, mas também diminui as fronteiras entre trabalho e casa.


O relatório destaca uma série de efeitos positivos do trabalho a distância, como maior autonomia do tempo de trabalho, que leva a mais flexibilidade em termos de organização do tempo de trabalho.


A expansão do uso de tecnologias digitais, como smartphones, tablets, laptops e computadores desktop para trabalhar a distância (seja em casa ou em outros lugares) está rapidamente transformando o modelo tradicional de trabalho.

Essa tendência pode melhorar o equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal, reduzir o tempo de deslocamento e aumentar a produtividade, mas também pode resultar em horas de trabalho mais longas, maior intensidade de trabalho e interferência no trabalho e em casa, segundo um novo relatório lançado hoje (15) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Eurofound.

O novo relatório "Trabalhando a qualquer hora, em qualquer lugar: os efeitos no mundo do trabalho" sintetiza uma pesquisa realizada pelas duas organizações em 15 países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Argentina, Índia, Japão e dez Estados-membros da União Europeia: Bélgica, França, Finlândia, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Reino Unido.

O estudo identifica vários tipos de funcionários que utilizam novas tecnologias para trabalhar a distância, ou seja, fora das instalações de seus empregadores. As subcategorias desse grupo incluem pessoas que trabalham de casa regularmente, pessoas que trabalham de casa ocasionalmente e pessoas que trabalham de outros lugares com frequência [1].

O relatório destaca uma série de efeitos positivos do trabalho a distância, como maior autonomia do tempo de trabalho, que leva a mais flexibilidade em termos de organização do tempo de trabalho. Outro efeito positivo é a redução do tempo de deslocamento, que resulta em maior produtividade e melhor equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. O estudo também identifica várias desvantagens, como a tendência em trabalhar mais horas e uma sobreposição entre trabalho remunerado e vida pessoal – o que pode levar a altos níveis de estresse.

O relatório traça distinções claras entre pessoas que trabalham de casa e parecem desfrutar de um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal e pessoas que trabalham de outros lugares com frequência, mas correm um risco maior de sofrer resultados negativos em termos de saúde e bem-estar.

"Este relatório mostra que o uso de tecnologias modernas de comunicação facilita um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal mas, ao mesmo tempo, diminui os limites entre o trabalho e a vida pessoal, dependendo do local de trabalho e das características das diferentes ocupações", disse o especialista da OIT sobre condições de trabalho e coautor do relatório, Jon Messenger.

O relatório fornece recomendações para lidar com essa disparidade, como a promoção do trabalho a distância formal em tempo parcial, com o objetivo de ajudar as pessoas que trabalham em casa ou em outros lugares a manter vínculos com seus colegas de trabalho e melhorar seu bem-estar, e restringir o trabalho a distância informal e suplementar envolvendo longas horas de trabalho.

"É particularmente importante abordar a questão do trabalho suplementar realizado através das tecnologias modernas de comunicação, como por exemplo o trabalho adicional feito em casa, que pode ser visto como horas extras não remuneradas. Nesse caso, também é importante garantir que os períodos mínimos de descanso sejam respeitados, a fim de evitar efeitos negativos sobre a saúde e o bem-estar dos trabalhadores", disse Oscar Vargas, da Eurofound.

Atualmente, apenas a União Europeia possui um acordo para regular a mudança digital relacionada ao trabalho a distância (European Framework Agreement on Telework). No entanto, a maioria das iniciativas existentes está relacionada com o trabalho a distância formal, baseado no domicílio, enquanto os problemas parecem ser mais recorrentes com o trabalho a distância informal e ocasional.

À medida que o trabalho a distância se torna mais proeminente, também aumenta a necessidade de se desconectar para separar o trabalho remunerado da vida pessoal. França e Alemanha já começaram a analisar acordos negociados dentro das empresas e a legislação, tanto existente quanto nova, como o "direito de se desconectar" na revisão mais recente do Código de Trabalho francês. No futuro, isso pode resultar em medidas concretas para tornar a vida profissional menos difusa, como desligar servidores de computadores fora do horário de trabalho para evitar e-mails durante os períodos de descanso e feriados, o que já está acontecendo em algumas empresas.

Acesse o relatório completo:
ilo.org/global/about-the-ilo/newsroom/news/WCMS_544108/lang–en/index.htm

[1] A incidência de pessoas que trabalham a distância varia substancialmente, de 2% a 40% dos trabalhadores, dependendo do país, ocupação, setor e frequência com que eles se envolvem nesse tipo de trabalho. Em toda a União Europeia, uma média de cerca de 17% dos trabalhadores trabalham a distância. Na maioria dos países, proporções maiores de trabalhadores trabalham a distância apenas ocasionalmente, e não de maneira regular.

Informações à imprensa

Organização Internacional do Trabalho
Ana Paula Canestrelli

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Mudanças na legislação brasileira podem descumprir compromissos internacionais do Brasil

Foto: EBC

Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o representante do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) na América do Sul, Amerigo Incalcaterra, alertou que mudanças recentes na legislação brasileira não estão levando em conta tratados internacionais ratificadas pelo país. Reformas podem levar a retrocessos dos direitos previdenciários, trabalhistas, econômicos e da agricultura.

Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o representante do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) na América do Sul, Amerigo Incalcaterra, alertou que mudanças recentes na legislação brasileira não estão levando em conta tratados internacionais ratificadas pelo país. Para o representante da ONU, reformas podem levar a retrocessos de direitos.

"Quando falamos de preocupações em relação a possíveis retrocessos em matéria de conquistas de direitos, pode ser na esfera previdenciária, como pode ser (também) no âmbito do trabalho, no âmbito dos direitos econômicos e da agricultura", disse o especialista.

Segundo Amerigo, discussões sobre alterações da legislação brasileira têm desconsiderado os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, signatário da maioria dos acordos de direitos humanos. É o caso da já aprovada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 55 e de outras reformas ainda em debate no Congresso Nacional.

"O que vemos é que não são colocados em discussão, nem são levados em conta os padrões internacionais que foram ratificados pelo Brasil", ressaltou Amerigo. "Na prática, esse compromisso (do Brasil com tratados de direitos humanos) não está sendo cumprido", afirmou o representante do ACNUDH.

Amerigo concedeu entrevista ao UNIC Rio durante passagem pelo Brasil na semana passada. O enviado regional do Alto Comissariado veio ao país para uma visita regular, na qual pôde se informar mais sobre recentes casos de violações dos direitos humanos, como as rebeliões em diferentes presídios brasileiros.
'Construir mais cadeias não é resposta adequada'

A respeito do Plano Nacional de Segurança anunciado pelo governo na sequência das revoltas em cadeias brasileiras, Amerigo afirmou que um dos pontos da proposta — o da construção de mais presídios — "não é uma resposta adequada". "O caminho não é construir mais prisões, mas sim, fazer uma profunda revisão de uma política criminal", disse o funcionário da ONU.

O representante do ACNUDH lembrou que o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo e que a taxa de aumento do número de pessoas privadas de liberdade vem aumentando.

"Não há, digamos, uma leitura mais profunda para estabelecer uma política criminal que realmente defina que tipo de delito deve exigir encarceramento e que outro tipo de delito deve receber um tratamento diferenciado ou alternativo", acrescentou.

O representante regional do ACNUDH para a América do Sul, Amerigo Incalcaterra. Foto: ACNUDH/Carlos Vera


Segundo Amerigo, "a população carcerária e os delitos que estão perseguindo e condenando realmente são relacionados com o tráfico de drogas e o delito contra a propriedade".

Analisando o conjunto das pessoas privadas de liberdade no Brasil, é possível identificar ainda que a maioria dos presos é de negros das classes pobres e com baixa escolaridade. Dados de 2014 do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) apontam que apenas 8% da população prisional concluiu o Ensino Médio.

"Isso também nos indica que tipo de população e onde o Estado deveria atender (com) uma melhor educação, sem dúvida alguma, com melhores programas sociais", disse o representante da ONU, para quem "não se deve revisar a situação carcerária por si só, mas sim no conjunto de toda uma política social".


Por: ACNUDH América do Sul

@digitalradiotv



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Amigos e amigas, vocês recebem o convite da 19ª Semana de Teologia.

   

O tema desta será:

 POR UMA TEOLOGIA DA VIDA, DA JUSTIÇA E DO AMOR. Pelo fim de uma Teologia do ódio, da violência e da vingança. (Leia texto ABAIXO sobre a TEOLOGIA do ódio e da vingança).

Será uma imensa alegria sua presença e divulgação.
Toda semana será transmitida pela TV e Rádio no endereço:
www.portalsaofrancisco.org

Abraço fraterno:
Waldir, Messias, Deise, Kaique, Léia e Maurinho.



19ª. Semana de Teologia: 13 a 17 de Fevereiro de 2017.

No Salão da Igreja São Francisco de Assis, Rua Miguel Rachid, 997, Tel: 2546.4254.

Setor Pastoral de Ermelino Matarazo.  

Mais informações:

Messias: messiasguirado@.com.br;                            

Waldir: morewaldir@gmail.com;

padreticao@gmail.com;

Tel da São Francisco: 2546.4254.

Tema: POR UMA TEOLOGIA DA VIDA, DA JUSTIÇA E DO AMOR. Pelo fim de uma Teologia do ódio, da violência e da vingança. (Leia texto ABAIXO)


13 de Fevereiro, 2ª. Feira, 19,30 horas.

Tema: Campanha da Fraternidade 2017. "Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida".

O "GESTO CONCRETO" DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE de 2017 será: "Queremos o RIO TIETÊ Limpo e Vivo".
Palestrante: Padre Antonio Carlos Frizzo – Coordenador da CF Regional Sul 1 da CNBB
 

14 de Fevereiro, 3ª. Feira, 19,30 horas.

Tema: História da Igreja nos ilumina hoje:  "Vamos conhecer a Igreja no Século XX e o pré e pós Concilio Vaticano II"
Palestrante: Professor Doutor Fernando Altemeyer Junior – Teólogo da PUC SP


15 de Fevereiro, 4ª. Feira, 19,30 horas.

Tema: A Igreja do Papa Francisco hoje:
"Os desafios do século XXI e a voz Profética do Papa Francisco". Palestrante: Dom Angélico Sândalo Bernardino – de São Miguel e Bispo Emérito de Blumenau - SC


16 de Fevereiro, 5ª. Feira, 19,30 horas.

Tema: Curas, Milagres e Libertações.
"O sensacionalismo religioso e a grande Mídia". A Religião à serviço da Vida.
Palestrante: Padre José Arnaldo – Capelão do Mosteiro da Luz de São Paulo


17 de Fevereiro, 6ª. Feira, 19,30 horas.

Missa de encerramento da Semana de Teologia. POR UMA TEOLOGIA DA VIDA, DA JUSTIÇA E DA SOLIDARIEDADE.

Celebrantes: Padres do Setor Pastoral Ermelino Matarazzo e demais convidados: Ticão, Toninho, Mário, Lenildo, Nivaldo, Ivanildo, Genaldo, Zé Maria, Elialdo e Silvio e o Povo de Deus participante da 19ª. Semana de Teologia.

•    Em todos os dias da 19ª Semana de Teologia de Ermelino Matarazzo a presença mais importante é a sua, da sua Família e da sua Comunidade. Divulgue a SEMANA DE TEOLOGIA NA SUA COMUNIDADE. Paz e bem para você e sua Familia.



Mais informações: 

Deise:  deisecassijvc@gmail.com;   

Douglas: douglas@fibrati.com.br

Kaique: caiqueacolito_saofrancisco@hotmail.com;   

Maurinho: 2546.4254.

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A "Teologia" da violência e do ódio.

1.    Teologia é discurso. E discursos são eventos da linguagem. São "dis-cursos, isto é, um desvio do curso" (JOSGRILBERG, 2012, p.42). O estudo dos "desvios do curso" na teologia é mais que necessário, pois a linguagem religiosa tem um poder fortíssimo na sociedade. Um dos primeiros passos para esse estudo é repensar nossa hermenêutica bíblica e dar visibilidade as diversas vozes da Escritura Sagrada cristã.

2.    As instituições religiosas cristãs, em sua lamentavelmente maioria, produzem um discurso violento. Discursos que não promovem a paz, mas que instigam a guerra. Um discurso de ódio contra tudo e todos aqueles que são "diferentes" da sua normalidade imposta. A religião oficial tem a constante tarefa de "evitar e apagar a polissemia religiosa representada, nesse caso, pelos movimentos não conformistas" (RIVERA, 2015, p. 289). Criticam as diversas teologias, como a teologia negra, teologia feminista, teologia da libertação, teologia gay, teologia das religiões.  "A existência de um único discurso, negando a polifonia, é, por definição violência; esta é justamente o silenciamento de outras interpretações/discursos a respeito da realidade." (NETO, Adair)

3.    A violência simbólica e discursiva é tão nociva quanto a violência física, pois é ela que alimenta até o ponto de se tornar algo físico. Basta lembrar cada caso de violência física  e crimes advindo desses discursos:

4.    Os discursos que as mulheres são inferiores aos homens ; que a mulher é apenas a ajudadora, pobre coitada, que é o pescoço ; que o ministério delas é o lar, filhos e marido ; que a mulher deve tomar cuidado com as roupas e corpo ; que ela não deve ensinar na igreja e seminários ; que a mulher deve cuidar do marido, que se é traída é porque ela não cuidou direito ; que a pior coisa do mundo é ser mulher divorciada ; que não se pode nem pensar na palavra sexo e muito menos na palavra aborto: isso é  teologia da violência

5.    Os discursos que os homossexuais precisam de cura; que tem demônios no corpo ; que são aberrações ; que isso é anti-natural  ; que eles merecem o "inferno" ; as orações forçadas, as falsas profecias, as culpas impostas: isso é teologia da violência.

6.    Os discursos que os negros são amaldiçoados ;  os discursos que não colocam o racismo estrutural no púlpito ; a omissão do discurso sobre os jovens negros que são mortos dia após dia na periferia ; a invisibilização  da luta da mulher cristã negra, os discursos que demonizam a religião e cultura afro, "o discurso que impede negros cristãos de pensarem sua fé a partir dos referênciais de sua própria cultura e espiritualidade milenares" (ROCHA, Felipe): isso é teologia da violência.

7.    Os discursos que os pobres são pobres porque Deus quis assim; que são pobres porque não trabalham direito ; que só não é pobre quem dá dizimo ; que Deus predestinou para ser pobre ou rico ; que a pobreza é sinônimo de pecado, pois a prosperidade é ter dinheiro ; os discursos que menosprezam o pobre, ridicularizam os programas do governo ou propostas políticas em direção aos pobres: isso é teologia da violência.

8.    Os discursos que discriminam as diversas formas de crença; que apenas o cristão é que tem o Deus verdadeiro ; que as imagens são ídolos ; que todas as outras religiões são enganações de Satanás e só o cristianismo é santo ; que tem que repreender os espíritos das outras religiões ; que não se deve aceitar comidas de outras religiões, pois pode estar consagrada a outros deuses: isso é teologia da violência.

9.    Imagem-discurso de-sobre Deus
•    Teologia é discurso sobre Deus. Mas quem é esse Deus de que tanto se fala? Qual é a imagem dele? Nós somos a imagem e semelhança de Deus ou Deus é a nossa     imagem e semelhança? É esse "Deus" que promove ódio e violência que existe? Para o filósofo Jack Caputo, "Na religião, o amor de Deus está exposto habitualmente ao perigo de confundir-se com a profissão de alguém ou o ego de alguém, ou o gênero de alguém, ou a política de alguém, ou a ética de alguém, ou o esquema metafísico favorito de alguém, ao qual este se sacrifica de maneira sistemática. Então, ao invés de fazer sacrifícios pelo amor de Deus, a religião se inclina a fazer um sacrifício do amor de Deus" (Caputo, 2005: 121, tradução Jonathan Menezes).

10.    Sempre projetamos nossas aspirações nesse Sagrado. E assim o discurso oficial da grande parte das igrejas massacra a diversidade por uma questão antropomórfica de Deus: homem, branco, velho, hétero, rico. E além da leitura bíblia feita com essa imagem de Deus, é necessário relembrar que o a Bíblia é um testemunho das comunidades de fé a respeito das experiências religiosas com o Sagrado, isto é, está sujeita a suspeita. A hermenêutica da suspeita visa questionar motivações da escrita, "uma vez que todo discurso envolve interesses em uma ordem de coisas cujas raízes não são dadas explicitamente. O texto tanto revela como esconde. O texto possui sempre uma dimensão ideológica, bem como toda interpretação […] As hermenêuticas da suspeita funcionam como procedimentos reveladores daquilo que se dissimula o texto" (JOSGRILBERG, 2012, p.42).

11.    O processo de interpretação de texto é algo que deve ser levado em conta nas igrejas. O Reverendo Luiz Carlos Ramos disse uma vez que é necessário uma leitura honesta das Escrituras. O que seria essa leitura honesta? Uma leitura que leva em conta todos os aspectos da crítica literária, histórica, cultural, entre outros inúmeros fatores do texto. O pensador Paul Ricoeur dizia que "a análise do discurso religioso não deve começar com o nível da afirmação teológica" (2008, p.86) mas abranger todo o aspecto dos gêneros literários , dos níveis de discurso, para que sejam neutralizados para que aí sim se possa extrair algo de teológico neles (RICOEUR, 2008, p.85). É interessante que muitos daqueles que destilam ódio e intolerância pelas redes sociais já possuem essas ferramentas para a análise de texto, porém, as ferramentas não significam nada. O olhar é o que determina a imagem. O olhar é um ato de escolha e um ato político. Olhamos o que nos é conveniente, e por mais que tenhamos inúmeras ferramentas, escolhemos fechar os olhos para o que os textos dizem. Se escolhe dizer que a Bíblia é revelada e que por isso as palavras são imutáveis e devem ser levadas na literalidade. Entretanto, é necessário relembrar que na própria Escritura os discursos sobre a divindade são diversos e com diferentes significados que "a noção de revelação não poderá mais ser formulada em uma forma monótona e uniforme que pressupomos quando falamos da relevação bíblica" (RICOEUR, 2008, p. 87), e assim se chegará à conclusão que a revelação é polissêmica e polifônica.

12.    Os místicos estavam corretos sobre as imagens de Deus: devem ser eliminadas. As imagens de Deus, na verdade, são imagens de si próprio. Por isso o Mestre Eckhart orava: "Deus, livrai-me de Ti". Quem se apega as imagens que tem de Deus não está disposto a realmente experimentá-lo. Experimentá-lo como evento que transforma a existência, porém, sem realmente saber o porquê. Quem se apega as palavras sobre Deus não tem tempo para contemplá-lo no cotidiano da vida, nas coisas simples, nos pequenos milagres diários. Quem sabe além das imagens de Deus não devamos abandonar a palavra Deus também.

13.    Deus: palavra polissêmica – cheia de sentidos, cheiros, sabores ; palavra polifônica cheia de sons, melodias, silêncios. Porém, esse Deus "morre logo que se converte num acessório cultural ou num ideal humano" (VAHANIAN, 1968, p.195).  A teóloga Ivone Gebara escreve em seu artigo "Deus uma palavra escorregadia…" o seguinte parágrafo.

•    "E se não usássemos a palavra DEUS? Se a deixássemos descansar para recuperar sua força e vitalidade? Se apagássemos ou colocássemos entre parêntesis, ao menos provisoriamente essa palavra dos dicionários e da linguagem cotidiana, sobretudo da política partidária? E, se não achássemos mais que as igrejas e suas autoridades públicas tivessem o privilégio maior e a verdade mais profunda em relação ao "conhecimento de Deus"? E se tentássemos entender o que uns e outros querem dizer quando empregam essa escorregadia palavra? Sim escorregadia palavra porque portadora de escorregadios significados. Escorregadia visto que parece ter um só significado, mas é multidão. Multidão de significados para os que a utilizam e para os que calam sobre ela. Escorregadia porque nos conduz a um terreno movediço que nos faz cair em contradições contínuas frente a frágil realidade que somos e que vivemos." (GEBARA, 2016)

14.    O discurso da violência prevalece quando tentamos definir Deus segundo nossa imagem e semelhança e utilizamos esse "poder metafísico-sobrenatural" para obter nossos próprios benefícios, sejam eles pessoais ou da comunidade de fé. Talvez a tarefa da teologia seja aprender a se despir da própria ideia de THEOS LOGIA. Quanto mais a teologia se fecha em si mesma, mais ela reproduz a cultura de exclusão e violência. Pode ser que ao invés das igrejas discursarem sobre Deus e sobre como as pessoas devem se relacionar com ele, elas devessem simplesmente deixar o curso do rio fluir naturalmente, sem dis(viar-o)curso.

15.    Discurso-teologia da caridade e paz
•    Para ser possível abandonar um discurso teológico da violência o cristianismo deve se libertar do seu caráter fundamentalista e idólatra da Bíblia. Existem diversas leituras da Bíblia, mas em suma podem ser divididas em duas: as que promovem vida e comunhão e as que promovem morte e divisão. O filósofo Gianni Vattimo propõe a leitura da caridade, inspirada pelo teólogo medieval Gioacchino da Fiore. Para o filósofo "a única coisa que conta é a caridade; de fato, somente a caridade constituiu o limite e o critério da interpretação espiritual da Escritura" (VATTIMO, 2004, p. 66).

16.    A leitura da caridade, ou espírito, é a leitura que permite as múltiplas vozes interpretativas. Uma leitura que promove libertação dos discursos de ódio, violência, opressão e intolerância. Não é possível falar hoje de teologia, cristianismo no singular, mas sim de teologias e cristianismos. E a pluralidade da leitura permite a abertura do Jesus das amarras da fria teologia fundamentalista.

17.    Harvey Cox, teólogo estadunidense, dizia que a Igreja deve ser a vanguarda de Deus, porém só conseguirá tal proeza se der continuidade com a missão histórica de Jesus. E coloca uma função quádrupla da Igreja:
1.    Kerigma: "A Igreja há de proclamar a liberdade e a adultez do homem que recebeu de Deus a responsabilidade do mundo".
2.    Diakonia: "A Igreja há de conceber a sua missão como serviço ao homem no tratamento de todas as suas feridas e fraturas individuais e coletivas"
3.    Koinonia: "A Igreja há de ajudar a criar a comunidade entre os homens, colaborando com todos os movimentos que se esforçam por caminhar para uma meta nova e melhor da história."
4.    Exorcismo: "A Igreja há de se assumir a tarefa de tirar da humanidade atual os maus     "demônios" que a possuem no campo do trabalho e da cultura."(COLOMER, 1972, p. 149)

18.    Atualmente a leitura predominante das igrejas é a leitura do vale de ossos secos. A sequidão espiritual, mística e poética do cristianismo leva à uma religião idólatra, mesquinha, consumista, violenta e fundamentalista. A superação do discurso e teologia da violência viria se houvesse a compreensão de que os ensinamentos do cristianismo não estão focados na busca no deus-metafísico, mas sim na busca pelo seu próximo, no deus-que-se-fez-próximo. Jesus se fez ossos, nervos, carne, pele. A igreja, da mesma forma, deve se tornar ossos, nervos, carne e pele. Quando a Igreja cumpre suas funções para com a sociedade na luta por justiça, igualdade, tolerância, paz, ela se torna a Igreja de Jesus.  "A unidade da igreja de Jesus acontece e perpassa a busca pela unidade da totalidade social (ossos, nervos, carne, pele) organicamente a serviço da vida, disposta a reinventar novas formas de poder e novas formas de ser igreja." (CARDOSO)

19.    Bibliografia
•    CAPUTO, J. D. Truth: philosophy in transit (eBook). London: Penguin, 2013
•    COLOMER, S. J., Eusebi, A morte de Deus, Tavares Martins, Porto, 1972.
•    GEBARA, Ivone. Deus uma palavra escorregadia… Disponível em < http://www.ihu.unisinos.br/noticias/555932-deus-uma-palavra-escorregadia > Acesso em <04 de jan de 2017 >
•    JOSGRILBERG, Rui de Souza. Hermenêutica fenomenológica e a tematização do sagrado. In NOGUEIRA, Paulo. Linguagens da religião – desafios, métodos e conceitos centrais. São Paulo: Paulinas, 2012.
•    MENEZES, Jonathan. Da tolerância à caridade: sobre religião, laicidade e pluralismo na atualidade. Estudos Históricos Rio de Janeiro, vol. 28, no 208 55, p. 189-209, janeiro-junho 2015. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/eh/v28n55/0103-2186-eh-28-55-0189.pdf&gt; Acesso em < 04 de jan de 2017 >
•    PEREIRA, Nancy Cardoso. Superar a Violência! Por uma Cultura de Paz! Missão ecumênica, inter-religiosa e inter-cultural. Disponível em < https://www.academia.edu/5696960/Superar_a_Viol%C3%AAncia_Por_uma_Cultura_de_Paz_ > Acesso em < 05 de jan de 2017 >
•    RICOEUR, Paul. Ensaios sobre a interpretação bíblica. São Paulo: Fonte editorial, 2008
•    RIVERA, Dario. Sentidos das linguagens religiosas: perspectivas sociológicas. In NOGUEIRA, Paulo. Religião e linguagem: abordagens teóricas interdisciplinares. São Paulo: Paulus, 2015
•    VAHANIAN, Gabriel. La muerte di Dios: La cultura de nuestra época poscristiana. Barcelona: 1968.
•    VATTIMO, Gianni. Depois da cristandade: por um cristianismo não religioso. Rio de Janeiro: Record, 2004.
•    (E diálogos com Felipe Rocha e Adair Neto acerca do tema).
•    FONTE:  https://angeliquisses.wordpress.com/2017/01/06/a-teologia-da-violencia/

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Papa Francisco: "Não a uma economia que mata. Sim a uma economia de comunhão!"
   
   

1.    "Economia e comunhão. Duas palavras que a cultura atual conserva bem separadas e, frequentemente, considera opostas. Duas palavras que vós, ao contrário, unis, aceitando o convite feito há 25 anos por Chiara Lubich, no Brasil, quando, diante do escândalo da desigualdade na cidade de São Paulo, pediu aos empresários que se tornassem agentes de comunhão."

2.    Com essas palavras o papa Francisco saúda os 1200 empresários, jovens e estudiosos reunidos para festejar os 25 anos de vida da Economia de Comunhão: "Há tempo eu estou sinceramente interessado ao vosso projeto." "Vós fazeis ver, com a vossa vida, que economia e comunhão tornam-se mais belas quando se coloca uma ao lado da outra. Mais bela a economia, certamente; mas, mais bela torna-se também a comunhão, porque a comunhão espiritual dos corações é ainda mais plena quando se torna comunhão de bens, de talentos, de lucros."

3.    Diante de um público extremamente atendo, o papa Francisco expressou três votos e fez recomendações.

4.    Primeiro, o dinheiro. "É muito importante que no cerne da Economia de Comunhão exista a comunhão dos vossos lucros. A Economia de Comunhão é também comunhão dos lucros, do dinheiro, expressão da comunhão de vida." O Papa disse que o dinheiro: "torna-se ídolo quando se torna o objetivo (…). Foi Jesus que atribuiu ao dinheiro a categoria de Senhor." E ainda: "Entende-se, portanto, o valor ético e espiritual da vossa escolha de colocar em comum os lucros. O melhor e o mais concreto modo para não fazer do dinheiro um ídolo é partilhar o mesmo com outros, especialmente com os pobres (…). Quando partilhais e doais os vossos lucros, estais fazendo um gesto de alta espiritualidade, dizendo com os fatos, ao dinheiro: tu não és Deus, tu não és senhor, tu não és patrão!"

5.    Segundo, a pobreza. "O principal problema ético do capitalismo é a criação de descartáveis para, depois, procurar escondê-los ou cuidar para que não sejam mais vistos (…). Os aviões poluem a atmosfera, mas, com uma pequena parte do dinheiro das passagens plantarão árvores, para compensar parte do dano à criação. As empresas dos jogos de azar financiam campanhas para cuidar dos jogadores patológicos que elas criam. E, no dia em que as empresas de armas financiarão hospitais para cuidar das crianças mutiladas pelas suas bombas, o sistema terá atingido o seu ápice. A hipocrisia é isto!" Diante desta abominação: "a Economia de Comunhão, se quiser ser fiel ao seu carisma, não deve somente curar as vítimas do sistema, mas, construir um sistema no qual as vítimas sejam sempre menos, sistema no qual, possivelmente, não existam mais vítimas. Enquanto a economia produzir uma vítima e existir uma só pessoa descartável, a comunhão não é ainda realizada, a festa da fraternidade universal não é plena."

6.    Terceiro, o futuro. "Esses 25 anos da vossa história demonstram que a comunhão e a empresa podem crescer e estar juntas", uma experiência limitada ainda a um pequeno número de empresas, se comparado ao grande capital do mundo, "Mas, as transformações na ordem do espirito, portanto, da vida, não são ligadas aos grandes números. O pequeno rebanho, a lâmpada, uma moeda, um cordeiro, uma pérola, o sal, o fermento: são essas as imagens do Reino que encontramos no Evangelho. Não é necessário ser muitos para mudar a nossa história, a nossa vida: basta que o sal e o fermento não se tornem desnaturados (…), o sal não exerce a sua função crescendo em quantidade; ao contrário, muito sal torna a comida salgada; mas, salvando a sua 'alma', a sua qualidade." E, lembrando o tempo no qual não existia geladeira e se partilhava porções de fermento para fazer um novo pão, o Papa estimulou os empresários da EdC a "a não perder o princípio ativo, a 'enzima' da comunhão", praticando "a reciprocidade." "A comunhão não é somente divisão, mas, também, multiplicação dos bens, criação de novo pão, de novos bens, de novo Bem, com letra maiúscula." E recomendou: "Doem-na a todos, e, em primeiro lugar, aos pobres e aos jovens (…). O capitalismo conhece a filantropia, não a comunhão."

7.    E ainda: "Vós já fazeis essas coisas. Mas, podeis partilhar mais os lucros para combater a idolatria, transformar as estruturas para prevenir a criação das vítimas e dos descartáveis; doar ainda mais o vosso fermento para fermentar o pão de muitas pessoas. Que o "não" a uma economia que mata torne-se um "sim" a uma economia que faz viver, porque partilha, inclui os pobres, usa os lucros para criar comunhão." "Faço votos de que continueis no vosso caminho, com coragem, humildade e alegria… Continuar a ser semente, sal e fermento de outra economia: a economia do Reino, no qual os ricos sabem partilhar as suas riquezas e os pobres são chamados bem-aventurados."

Esta é a nova consciência com a qual se retoma a caminhada, com alegria e renovado compromisso.


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"A fé faz milagres, não negócios", diz Papa Francisco.

Uma fé autêntica, capaz de perdoar e aberta ao próximo. Pelo contrário, Jesus condena "o egoísmo espiritual" e a redução da religião a mero "negócio". Devem ter cuidado todos aqueles que utilizam "as coisas de Deus para o próprio proveito".


1.    O Evangelho do dia propõe "três modos de viver" nas imagens da figueira que não dá frutos, nos mercadores do Templo e no homem de fé, disse o Papa.

2.    "A figueira – afirmou o Papa – representa a esterilidade, ou seja, uma vida estéril, incapaz de dar qualquer coisa. Uma vida que não frutifica, incapaz de fazer o bem".

3.    "Vive para si: tranquila, egoísta, não quer problemas – prosseguiu. E Jesus maldiz a figueira porque é estéril, porque não fez nada para ajudar, que vive sempre para si mesma, para que não lhe falte nada. No fim, essas pessoas se tornam neuróticas...! Jesus condena a esterilidade espiritual, o egoísmo espiritual. 'Eu vivo para mim, que a mim nada falte e os outros que se virem!'"

4.    A outra forma de viver, explicou o Papa, "é a daqueles exploradores, dos negociantes no Templo. O Papa explicou que esses exploram até mesmo o lugar sagrado de Deus para fazer negócios: trocam moedas, vendem os animais para os sacrifícios, têm até um sindicato para defendê-los. Isso não somente era tolerado, mas permitido pelos sacerdotes do Templo". São "aqueles que fazem da religião um negócio", afirmou o Papa Francisco.

5.    Na Bíblia está a história de um sacerdote que "obrigavam as pessoas a darem ofertas e ganhavam em cima disso, também dos pobres. E Jesus não economiza nas palavras: 'A minha casa será chamada casa de oração. Vocês, ao contrário, fizeram dela um covil de ladrões'".

6.    "O povo peregrinava ao Templo para pedir a bênção do Senhor, fazia um sacrifício: e lá, aquelas pessoas eram exploradas! Os sacerdotes não os ensinavam a rezar, não ministravam catequese… Era um covil de ladrões. Paguem, entrem… Realizavam os rituais vazios, sem piedade. Não sei se nos fará bem pensar se conosco acontece algo do gênero em qualquer lugar. Não sei. Usar as coisas de Deus para o benefício próprio".

7.    A 3ª. forma de viver é "a vida de fé", como indica Jesus: "Tenham fé em Deus. Se alguém disser a esta montanha: 'ergue-te e lança-te ao mar', e não duvidar no coração, mas crer que o que diz se realiza, assim lhe acontecerá'. Tudo o pedirem na oração, "peçam-no com fé e acontecerá. Acontecerá exatamente o que pedimos com fé".

8.    "É o estilo de vida da fé. 'Pai, o que devo fazer para isso?' 'Mas peça-o ao Senhor para que te ajude a realizar coisas boas, mas com fé. Somente uma condição: quando vocês rezarem pedindo isso, se vocês tiverem algo contra alguém, perdoem. É a única condição, para que também o vosso Pai que está nos céus vos perdoe as vossas ofensas'. Este é o terceiro estilo de vida. A fé, a fé para ajudar os demais, para se aproximar de Deus. Esta fé faz milagres".

9.    O Papa concluiu com uma oração: "Peçamos hoje ao Senhor... que nos ensine este estilo de vida de fé e que nos ajude a não cair jamais – nós, a cada um de nós, e a Igreja – na esterilidade e no comércio".

•    19ª. Semana de Teologia na Igreja São Francisco, Ermelino Matarazzo, Fevereiro de 2017.

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Por: Padre Ticão.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Participe do evento “Construção do Plano de Metas da Zona Leste”




O encontro tem por objetivo apresentar à Prefeitura de São Paulo as demandas da zona leste para o Plano de Metas 2017-2020.



Visando apresentar à administração municipal as demandas da zona leste para o futuro plano de metas da cidade de São Paulo, diversas organizações da sociedade civil e movimentos sociais – que participam da Rede Nossa Zona Leste – promoverão um evento no dia 13 de março próximo.

Organizado em parceria com a Rede Nossa São Paulo, o encontro denominado "Construção do Plano de Metas da Zona Leste" será aberto a todas as pessoas e organizações interessadas. 

Antes do evento, que acontecerá no Centro Pastoral São José do Belém, os promotores da iniciativa levantarão as prioridades da região leste da cidade – em cada Prefeitura Regional, Distrito e bairro –, que serão apresentadas à Prefeitura.

As organizações participantes buscam também abrir diálogo com a equipe que está elaborando o Programa de Metas da cidade e, assim, garantir que o plano contemple a construção de equipamentos, políticas públicas e melhorias para a zona leste.

A Prefeitura de São Paulo será convidada para o evento, onde conhecerá as prioridades da região e poderá comentar o processo de elaboração do Programa de Metas.

Cronograma e audiências públicas

A gestão municipal tem até o dia 31 de março para apresentar a versão preliminar do Plano de Metas (veja aqui a Lei das Metas). No mês seguinte (abril), devem ocorrer as audiências públicas, em que a população poderá apresentar suas sugestões de mudanças e de complementação.
 
A Prefeitura já se comprometeu publicamente a realizar 38 audiências públicas, sendo 32 regionais, cinco temáticas e uma geral.

Mobilização da zona leste

A gestão Kassab (2009-2012) cumpriu 55% de suas metas. Já administração Haddad (2013-2016) executou 58% dos compromissos previstos no programa, sendo que na zona leste apenas 49% das metas foram concluídas (menos da metade).

Esses são os motivos que levam as organizações e os movimentos sociais da região a se mobilizarem para ampliar, não só o número de metas que contemplem a zona leste, mas também a sua execução, para que a população local receba mais equipamentos, políticas públicas e serviços.

Serviço:
Evento "Construção do Plano de Metas da Zona Leste"
Data: 13 de março de 2017
Horário: das 19h00 às 21h30
Local: Centro Pastoral São José do Belém
Endereço: Rua Álvaro Ramos, 366 (próximo à Estação Belém do Metrô).


Enviado por NossaSP.
 

Reunião dos Catadores do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste.


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PARA CONHECIMENTO E DIVULGAÇÃO
 

 Data:04 de fevereiro de 2017 - sábado
 Horário:14:00hs 
 Local: SESC Itaquera 
 
Espaço: Benfeitores da Natureza

Pauta
 
     14:00h-14:30h - Informes: Conselho Gestor e Fundo Paulistano + Auditoria + Reunião com Secretária Soninha Francine + Reunião com MP
 
       14:30h-15:00h - Atividades SESC - Encaminhamentos e Adesão
       15:30h-16:30h - Dimensionamento de ações propositivas para a gestão municipal
       16:30h-17:00h - Encaminhamentos e Encerramento

 Lembrete: avisar na Portaria que irá participar da reunião "Coleta Seletiva" para ter acesso ao Estacionamento
 
Quaisquer dúvidas entrem em contato:
Amanda ou Viviane - Programação - SESC Itaquera - 11 25239353
Angelo Iervolino - Diretor de Meio Ambiente do FDZL - 11 947943893
Delaine Romano - Coordenadora "Programa Coleta Seletiva Zona Leste Faz" - 11 983431919


Por: Digitalradiotv



Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente de São Paulo, Sábado, 04 Fevereiro 2017.




"Lembrete"!


Quando
Sábado, 04 Fevereiro 2017
09:30 AM para 01:30 PM
(GMT) Hora de Greenwich - Dublin / Edimburgo / Lisboa / Londres

Onde
ATENÇÃO: sempre envie e-mail para a comissão para saber o local do fórum (Vilma Goiana: vil.k@hotmail.com ou Dr.a Tatiane Cardoso: tatianecardoso@adv.oabsp.org.br), ATENÇÃO: sempre envie e-mail para a comissão para saber o local do fórum (Vilma Goiana: vil.k@hotmail.com ou Dr.a Tatiane Cardoso: tatianecardoso@adv.oabsp.org.br), São Paulo/SP

Observações
FMDCASP - Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente de São Paulo Convida a todos a participar das plenárias realizada no primeiro sábado de cada mês em lugares diferentes, mas a maioria dos Fóruns são realizadas na Câmara dos Vereadores do Município de São Paulo. Mas, por favor, sempre envie e-mail para a comissão para saber o local do fórum. Vilma Goiana: vil.k@hotmail.com Tatiane Aparecida Silva Cardoso: tatianecardoso@adv.oabsp.org.br


De
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